quarta-feira, outubro 10, 2007

Contando ninguém acredita! - Fatos verídicos

Um certo dia, uma moça estava dentro do ônibus de retorno a sua casa. Sentindo contrações em seu ventre oriundas de uma crise de flatulência quase que insuportável. Dava para segurar até chegar em casa. Ela tinha que segurar, afinal "não dá para libertar aqueles que queriam se soltar ali no meio das pessoas", pensou ela.
Desceu do ônibus, as proximidades da sua casa estavam escuras. Ela caminhou, do jeito que pôde, se segurando, segurando "quem queria se libertar" com todas as forças da alma. "Dá para chegar em casa, lá eu solto."
Quando dobrou a esquina...

...

...

- É um assalto! Fica quieta!

- Prápraprapraprapraprapraprapra, pápápapa, fummmm!

- ... (o assaltante fica com a boca trêmula tentando segurar o riso, sem conseguir falar nada)

- ... (Vergonha... Tadinha...)

- Ó Dona, não peide não, viu?! - ordenou o meliante.

- Ô moço, me desculpe, foi que eu fiquei nervosa... Por favor não leve meus documentos...

- Tá bom! Me dê o dinheiro e o celular.

- Tome... - Ela abre a bolsa, pega um celular, o baratinho que tinha dentro da bolsa pois ela carregava dois celulares, e entregou o dinheiro.

O assaltante foi-se embora...


PS.: Além de ser assaltada em momento tão inoportuno (isso se por por algum acaso houver momento oportuno para assaltos), ter passado vergonha de "soltar quem queria se libertar" na frente de um total desconhecido armado, ainda teve que pedir desculpas! Mas vou te contar, viu?! A gente vê cada coisa.
Tisc...

3 comentários:

Ester Malafaia disse...

Oi, Rebeca...
Essa história é hilária... sem comentários...
Agora, me diz, quem foi essa coitada, hein?! Não foi você, né...
Espero q nao.... rsrsrsrsrrsrs
Muito boa!!! BJS!!!!

Aline disse...

Rebeca, tu agora estás contando estórias de pescador, é??? ahahah bjs, Aline

Rebeca Duarte disse...

Ester: Graças ao nosso bom Deus não fui eu. Até porque quando tenho que "soltar quem quer se libertar" eu solto mesmo dentro do ônibus lotado. rsrs
Beijos!
Aline: Minha gata, bem que eu gostaria de que isso fosse história de pescador, mas aconteceu, aqui em Teresina com uma pessoa que conheço. Fato tão real que parece mentira. :P
Beijos!